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PIX impulsiona o 'sexo virtual' e aumenta o número de golpes

Jovens cada vez mais tem entrado no mercado.

20/04/2022 às 12h26
Por: Pablo Carvalho Fonte: Redação Oeiras em Foco
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(Foto: reprodução)
(Foto: reprodução)

O PIX que é um meio de pagamento instantâneo brasileiro, criado pelo Banco Central do Brasil (BC), tem aumentado o número de prostituição online (sexo virtual por pagamento) e o número de golpes através deste seguimento.

Puxado pela mulheres e consumido pelo homem, dados divulgados pelo site de garotas de programa 'Paradise Girl', que tem atuação em vários estados do país, aponta que o interesse de mulheres na prostituição disparou desde o início da quarentena e o número de cadastro aumentou em 85% na plataforma após o lançamento do PIX.

Após o PIX muitas mulheres não aceitas pelo sites de garotas de programas migraram para diversas redes sociais, inclusive menores de idade, que por Lei são proibidas se cadastraram em sites de conteúdos de prostituição. O mercado de Trans na prostituição também cresceu.

Driblando a Lei, a até os próprios pais, elas ousam de conteúdos introdutivos e da sensualidade para atrair o homem, e há pacotes de todas as formas, quanto mais ousado fica a conversa, mais dinheiro na conta, até chegar a prática do sexo virtual.

Mais foi assim que surgiram os golpes, criminosos que sabe da alta procura dos homens para esse mercado, resolveram entrar mesmo que de forma criminosa. Os sites deste conteúdo verificam cada uma delas cadastrada, mas as redes sociais não, são contas fakes criadas por eles e elas e usam fotos sensuais, geralmente de uma mesma pessoa para aplicar golpes.

Conversam, provoca, e até iniciam o sexo virtual, mas após isso a conversa já encerrada, e o consumidor deste conteúdo fica no prejuízo, já que o pagamento geralmente é etapas.

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